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23/06/2021

Bruno Santos, alumni do IPAM


Bruno Santos completou, no IPAM Porto, o Mestrado em Gestão de Marketing e hoje trabalha no departamento de marca e comunicação do Grupo Salvador Caetano, mas garante que este seu percurso está ainda no início.

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Resume sucintamente o teu percurso profissional.

Acima de tudo é um percurso que está ainda no seu início e a dar os primeiros passos, depois de ter terminado a minha formação em setembro de 2020. Ainda assim, boa parte desse trajeto, foi construído durante a minha passagem pelo IPAM. A minha primeira experiência no marketing viria a ser no Rio Ave FC, onde passei todo o verão de 2019. Logo depois, seguiram-se 10 meses na Continental Pneus Portugal, aqui, na sequência da tese de mestrado. Atualmente, estou a trabalhar no Grupo Salvador Caetano, onde comecei o meu estágio profissional no departamento de marca e comunicação do grupo. Nos entretantos, fiz ainda alguns trabalhos como freelancer e pro bono.

Quais foram os principais desafios que enfrentaste durante o percurso profissional?

Estando ainda muito no início, diria que até ao momento os principais desafios foram a adaptação aos determinados contextos. É importante compreender e ler bem a realidade em que estamos inseridos. Quando estamos no início é normal querermos mostrar que somos capazes de tudo, ou querer sempre “fazer diferente”. No entanto, é útil perceber que por questões de recursos, política da organização, ou outros fatores, esse nem sempre é o caminho e, por isso, devemos saber balizar o que estamos a fazer.

Que caraterísticas é que um Gestor de Marketing deve ter para se destacar?

Diria que deve ser curioso. Claro está que a componente teórica/formação é essencial, mas acho que na área do marketing é importante ser-se curioso, ter-se sempre uma grande vontade por saber mais. Há aquela célebre frase que diz que “o marketing demora um dia a aprender e a vida inteira a dominar”, ainda que revestida de algum exagero, resume bem o que é o marketing: as suas bases são relativamente simples, mas a sua aplicação e gestão, quando bem-feita, é bastante complexa. Vejo nessa curiosidade por explorar, ler e aprender não só uma característica importante para ajudar a perceber essa tal complexidade, mas também para ajudar a domina-la tanto quanto possível. Uma das coisas que mais me fascina no marketing é que nunca sabemos quando “aquela coisa” que lemos ou ouvimos nos virá a ser útil para desbloquear ou inspirar na abordagem a um problema. Isso deve-se à grande variedade de áreas que o marketing alberga, daí considerar ser importante estimularmos a nossa curiosidade por querer saber mais.

De que forma é que o IPAM contribuiu para te tornares no profissional que és hoje?

O IPAM oferece um método de ensino muito prático e assente na proximidade com o mercado, o que é uma mais-valia quando comparado com outras faculdades. O facto de serem comuns os trabalhos propostos por empresas, dão-nos desde cedo uma visão mais aproximada daqueles que são os desafios do setor. Essa abordagem, sem dúvida que nos prepara melhor enquanto profissionais no futuro, porque quando chegamos ao mercado, não nos são estranhos alguns dos procedimentos e métodos de trabalho.

Partilha uma marca que te inspira.

Na perspetiva de alguém que trabalha na área, responderia o LIDL. Bem sei que não é uma daquelas marcas sexies que estamos habituados a admirar, mas inspira-me o trabalho que a marca tem feito e a transformação que conseguiu junto dos consumidores. De uma simples cadeia de lojas que mais pareciam armazéns, indiferente à maioria, onde sobressaíam os preços baixos, tornou-se quase numa love brand, com as pessoas a exibirem orgulhosamente as suas sapatilhas amarelas e azuis berrantes.

Quais as principais skills que o Mestrado em Gestão de Marketing te deu?

O método de ensino diferenciador que referi anteriormente, reflete-se também numa cultura de exigência que acabamos por absorver no nosso dia a dia. Para além disso, para conseguirmos responder da melhor forma aos desafios que o mestrado - neste caso - nos vai lançando, somos estimulados a sair da nossa zona de conforto. Isso traz também consigo algumas doses de improviso e capacidade para agir rápido. De uma forma resumida, a uma diferente escala, claro, o IPAM e o mestrado em Gestão de Marketing ajudam a preparar para o que se vive em contexto de trabalho.

O que é que te marcou no teu percurso pelo IPAM?

Desde que entramos nesta escola, habituamo-nos a ouvir falar da “magia do IPAM”. Ao fim de dois anos, o que posso dizer, é que a magia do IPAM existe mesmo. A proximidade com os professores, a regularidade com que desenvolvemos trabalhos para marcas reputadas e o próprio clima de desafio que procuram incutir, fizeram da minha passagem pelo IPAM um período que recordo como uma das boas experiências no meu percurso até aqui.

Que conselho darias aos estudantes que estão, neste momento, a tentar vingar na área do Marketing?

Estimulem sempre a tal curiosidade. Com ela, virá o gosto genuíno por aprender e, por consequência, a vontade de querer fazer e explorar com as nossas próprias mãos. Aí chegados basta não ter receio de querer juntar à teoria, a prática. É importante aproveitar os recursos que a universidade disponibiliza para começarmos a construir o nosso percurso profissional. A bagagem que levarmos desde aí será muito útil no momento de dar o passo seguinte. Por isso, enquanto estudantes, devemos experimentar as áreas que mais nos entusiasmam, procurar por estágios, se não os houver, oferecermos-nos para os fazer. Depois, é aprender com os diferentes contextos e com os profissionais que já lá estão há mais tempo que nós.

 

Pode solicitar mais informações sobre o Mestrado de Gestão de Marketing  aqui.
 
 

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