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Logística inversa e logística reversa são termos equivalentes que descrevem o planeamento, implementação e controlo do fluxo de produtos, materiais ou informações no sentido inverso da cadeia de abastecimento. Isto é, desde o ponto de consumo até à origem, ou até locais de reciclagem, onde acontece o reaproveitamento ou a eliminação adequada.
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A logística inversa constitui uma vertente especializada da gestão da cadeia de abastecimento, através da qual os bens ou produtos circulam no sentido inverso: do consumidor final para os vendedores, distribuidores ou fabricantes. Este método inclui operações como devoluções, reciclagem, reparações ou recondicionamento.
Este processo inicia-se no consumidor e prossegue ao longo da cadeia até o distribuidor ou fabricante. Inclui também situações em que o consumidor assegura a eliminação ou reaproveitamento dos produtos mediante reciclagem, revenda ou restauro.
As organizações recorrem à logística inversa para recuperar valor de produtos devolvidos ou descontinuados e para otimizar os fluxos de devolução. Menos de 10% das compras em loja física são devolvidas, em contraste com mais de 30% das transações efetuadas online. Atualmente, cada vez mais empresas utilizam a logística inversa para reforçar a relação com os consumidores e reduzir o impacto financeiro das devoluções.
A logística inversa abrange diferentes componentes, associadas à gestão de devoluções e otimização da cadeia de abastecimento.
Engloba a gestão eficiente de devoluções de produtos por parte dos consumidores e políticas que evitam devoluções desnecessárias. Estes processos devem ser céleres, transparentes e controláveis, uma vez que influenciam a perceção que os consumidores têm da empresa.
Abrange a reparação, reconstrução ou processamento de produtos com vista à sua reintrodução no circuito comercial.
Centra-se na reutilização e reciclagem de materiais de embalagem, visando reduzir o volume de resíduos.
Refere-se à devolução de artigos não comercializados dos pontos de venda aos distribuidores ou fabricantes, frequentemente motivada por excesso de stock ou rejeição de entrega.
Quando os produtos atingem o final do respetivo ciclo de vida, são reciclados ou eliminados de forma responsável e mitiga potenciais impactos ambientais.
Inclui a devolução de encomendas não entregues aos centros logísticos e o seu subsequente reencaminhamento.
Estas vantagens traduzem-se também em redução de custos e no aumento da rentabilidade.
A procura por profissionais especializados em gestão da cadeia de abastecimento tem crescido significativamente, entre os perfis mais procurados destacam-se os seguintes: gestor de operações, analista de logística, gestor de compras e responsável de cadeia de abastecimento.
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